Quase nada
Rodopiam mundos.
À esquerda, pontes de madeira que, sob os pés, flutuam sem águas.
À direita, ramagens densas. Parece a descoberta de um planeta azul-choque, entre a escuridão de quase nada.
Nomear o mundo é torná-lo presente, ao alcance de uma mão.
Uma ponte alta. Um sol quente. A água doce em fúrias. O cheiro a serra. O som de bichos com asas. Vozes humanas aqui e ali. Humidade escondida em nesgas subtis das sombras.
Mastiga-se aos blocos este mundo de solavancos. Esse sabor sabe a quase nada. Quase.
Nomear para persistir.
À esquerda, pontes de madeira que, sob os pés, flutuam sem águas.
À direita, ramagens densas. Parece a descoberta de um planeta azul-choque, entre a escuridão de quase nada.
Nomear o mundo é torná-lo presente, ao alcance de uma mão.
Uma ponte alta. Um sol quente. A água doce em fúrias. O cheiro a serra. O som de bichos com asas. Vozes humanas aqui e ali. Humidade escondida em nesgas subtis das sombras.
Mastiga-se aos blocos este mundo de solavancos. Esse sabor sabe a quase nada. Quase.
Nomear para persistir.

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