sexta-feira, novembro 03, 2006

Espaços abertos

Entre as mãos repousa um dia feliz. Nasceu sem ninguém dar conta, metido entre espaços abertos, alguma chuva e um infinito sol. Definitivamente, houve um riso simultâneo. Vive nas igrejas solenes; nas praças onde a calçada conta histórias; nas casas onde as paredes têm, para além dos ouvidos habituais, enormes sorrisos; no sono das crianças na véspera de Natal.
Entre as mãos daquela pessoa está um dia feliz. Que fará ela com ele?