No fundo da garrafa
O sonho nasceu no infinito do pensamento.
Entre a penumbra que faz um copo e duas garrafas escorrega sem gravidade, apenas num sopro imerso do que ficou preso entre os ramos, por distracção.
É nas coisas pequenas e simples que vive a maior solenidade. Como o dormir. Como o mar. Como o gostar. Como o não gostar.
Os sentidos são os suspensórios da vida.
Entre a penumbra que faz um copo e duas garrafas escorrega sem gravidade, apenas num sopro imerso do que ficou preso entre os ramos, por distracção.
É nas coisas pequenas e simples que vive a maior solenidade. Como o dormir. Como o mar. Como o gostar. Como o não gostar.
Os sentidos são os suspensórios da vida.

0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home