quarta-feira, abril 01, 2009

Jamais

O ar salgado preenche os poros abertos da minha pele. Sou o mar. Sou o seu sal. O sal que tu provas lentamente. E esqueces a tua boca em mim para eu guardar-te no meu abraço. Eu sinto. Tu sentes. És minha. Só minha. Não te irei perder, jamais.